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1982: 21 - GP de Detroit

O circuito tinha sido desenhado na baixa de cidade, à volta do Renaissance Center, o edifício mais emblemático da cidade. Sendo a capital do automóvel americana, pensava-se que a Formula 1 seria bem recebida. Até que foi, mas a organização foi suficientemente amadora para que as sessões de quinta-feira serem canceladas para acabarem de colocar as proteções em betão. E apenas no sábado é que aconteceram as qualificações.

O tal escândalo que aconteceu com Nelson Piquet (DNQ) foi o maior de outros pequenos escândalos. Como por exemplo, o quinto lugar da grelha por parte do ATS de Manfred Winkelhock, o 11º posto do Ensign de Roberto Guerrero, e o 17º posto de John Watson, da McLaren.

A confusão das primeiras voltas (retiradas de Winkelhock e De Cesaris) culminou na volta seis quando Elio de Angelis e Roberto Guerrero se envolveram e colidiram num gancho de 90 graus colocado no circuito. O colombiano acabou no muro, arrastando consigo o Brabham de Riccardo Patrese. A confusão foi tal (e a pista era tão estreita) que a corrida teve de parar por... uma hora!

No regresso, houve um duelo entre Prost e Rosberg, antes do francês sofrer problemas no sistema eletrónico do seu Renault, caindo na classificação. O finlandês assumiu a liderança, mas por trás, numa corrida de recuperação, vinha John Watson. O piloto da McLaren passou Rosberg na volta 37, depois deste ter perdido a terceira velocidade, e foi rumo à segunda vitória do ano, liderando destacado o campeonato, com 30 pontos. Eddie Cheever e Didier Pironi completaram o pódio.

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