Keke Rosberg, 1982

No próxmo dia 6 de dezembro, Keijo Erik Rosberg fará 68 anos. Este finlandês nascido em Estocolmo comeu o pão que o Diabo amassou para chegar ao topo da Formula 1, e ele foi um dos melhores exemplos de alguém que era muito veloz... desde que dessem um carro adequado a isso.

Foi o que aconteceu no final de 1981, num teste em Paul Ricard, no sul de França. Estava na Formula 1 desde 1978, e tinha andado por Theodore, ATS e Wolf, antes de ter andado as duas temporadas anteriores pela Fittipaldi, onde conseguiu um terceiro lugar no GP da Argentina de 1980, o primeiro pódio de um finlandês na Formula 1. Mas antes, em Silverstone, ainda em 1978, no International Trophy, tinha vencido à chuva perante Emerson Fittipaldi. E tudo a bordo de um Theodore!

A ideia do teste era de ficar com o lugar de Alan Jones... ou até de Carlos Reutemann. Frank Williams arriscava a ficar sem pilotos em 1982, porque o australiano tinha decidido ir embora e o argentino pensava a mesma coisa, depois de perder o título para Nelson Piquet. E para piorar as coisas, havia concorrência: o francês Jean-Pierre Jarier também queria o lugar. No final, Rosberg foi o melhor e Reutemann ficou na equipa... pelo menos para as duas primeiras corridas do ano, antes de se retirar de vez, aos 40 anos.

No final do ano, Rosberg esteve no lugar certo na hora certa. Uma vitória em Dijon, e mais alguns pódios lhe deram o título mundial em Las Vegas... e um beijo de Diana Ross. O primeiro dos finlandeses voadores, e um dos mais velozes dos anos 80.

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